segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Saldo da caminhada


Bah! (como diria o gaúcho) hoje eu “caí da cama”, acordei mais cedo que o habitual e por conta disso, 8h10 já tava na rua caminhando. Passei em frente ao CT do JEC e o jogador Aldair chegava para trabalhar, ele veio acompanhado da “mulher” (não sei se é namorada, noiva ou são casados mesmo), desceu do carro pegou as coisas dele e deixou o carro com ela. “Oinnnn”, acho que ele merece o troféu “Oinnn” né? Quando passei os dois acabavam de se despedir com um “caliente” beijo, eu nem olhei, até porque já tenho problemas demais com “mulheres” ciumentas de amigos meus e acreditem, não quero mais uma. hauahauahauhaua

Acordei me sentindo mais leve, apesar de que ontem a noite dividi uma porção mista (coração, frango, bife, calabresa, pepino e farofa) com a minha amiga Aline Parodi. Porque nem toda dieta tem que ser sacrificante. Uma vez ou outra (muito outra) a gente pode comer o que a gente gosta, sem culpa. Hoje para balancear, comecei o dia com um suco feito com água, maça, morangos e linhaça.

Durante o trajeto na rodovia do arroz, vi algo que me chamou atenção e fez rir (com saudades), na entrada de um dos sítios situados a beira da estrada estava uma sacola, dessas plásticas de mercado, pendurada com uma garrafa pet cheia de leite. Nossa, quando eu era pequena e morava no bairro Bom Retiro o leiteiro passava lá em casa e deixava o leite em garrafas pet na porta de casa. Eu não era como algumas crianças da época e mais ainda de hoje em dia, que acham que o leite “nasce” na caixinha.

Na semana passada o meu amigo Fernando Maia disse que me viu caminhando na rodovia e buzinou (não vi) e que sempre passa aqui pela região. Agora todo Celta que passa eu fico olhando pra ver se é ele (rsrsrs). Quero dizer que os motoristas das caminhonetes de gás devem ter alguma atração por mim, praticamente todos fazem algum sinal/buzinadinha quando passam, será que eu lembro um botijão?? PUTZ!! Então o troféu romantismo de hoje, vai para todos esses profissionais, que não perdem a chance de “cantar” uma mulher dirigindo o carro da empresa. Maravilha hein!

Ah, o Fernando não dirige uma caminhonete de gás, ele buzinou porque me reconheceu.

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