Quando acordei o tempo estava meio fechado, já tinha chovido
e estava com cara que choveria mais, resolvi arriscar mesmo assim. Saí para a
caminhada pela ciclofaixa da rua principal onde moro, estava cheia de água em
alguns pontos. Fui para o lado do CT do JEC, vão plantar grama na recepção da
parte nova do centro, os quadradinhos de grama estão empilhados lá na frente.
No mato depois que acaba o muro do CT avistei um pé de uma bota sete léguas,
parecia estar lá há bastante tempo, eu nunca tinha visto.
A caminhada foi quase normal, caminhei um pouco mais longe
que o normal e ainda faltavam cinco minutos para dar o tempo de voltar, porém
comecei a sentir uns pinguinhos de chuva e resolvi adiantar a volta. Mesmo sem
sol aparente suei mais do que o normal, por isso, sempre uso protetor solar,
independentemente de como está o tempo.
Enquanto eu caminhava, passaram dois caminhões um atrás do
outro em alta velocidade que o vento foi tão forte que pensei que ia cair
dentro da vala na beira da rodovia. Depois, enquanto escrevia uma mensagem, no
celular, para a Priscila pisei numa “pedra” de barro, e por bem pouco não cai.
Passado o susto, fiquei imaginando, E RINDO, eu terminando a caminhada com a
bunda cheia de lama.
Eu já escrevi uma vez aqui que acho os motociclistas o
máximo no quesito “romantismo”, até porque eles não têm o auxílio da carcaça dos
veículos que esconde um pouco os motoristas e os gestos deles, o motociclista é
ele mesmo, cara a cara ou virando a cabeça para olhar. Então hoje o troféu
romantismo vai para o motoboy (com placa da moto vermelha e tudo) que passou
por mim na rodovia, na pista do outro lado, e soltou um sonoro “Uoooooollll”. É
isso aí.
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